Atualizado em: 09/06/2026 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 1.320,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.100,00 Café Conilon tipo 7ES: R$ 870,00 Café Conilon tipo 7 MG: R$ 910,00
Atualizado em: 09/06/2026 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 1.320,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.100,00 Café Conilon tipo 7ES: R$ 870,00 Café Conilon tipo 7 MG: R$ 910,00
Café inicia a terça-feira com arábica em alta e robusta em baixa

Café abre a terça-feira com valorização do arábica e desvalorização do robusta.

A redução nos estoques certificados da ICE, a valorização do dólar e a previsão de chuvas nas regiões produtoras mantêm os investidores atentos nesta manhã.

O mercado de café começou os negócios desta terça-feira (9) com um comportamento misto nas bolsas internacionais. Enquanto o arábica mostrava alta em Nova York, o robusta apresentava leves quedas em Londres, em um contexto que continua a ser influenciado pela evolução da colheita brasileira, os estoques globais e as condições climáticas nas principais áreas produtoras.

Na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), o contrato para julho/26 era negociado a 248,25 centavos de dólar por libra-peso, com um aumento de 235 pontos. O contrato para setembro/26 subia 210 pontos, sendo cotado a 243,75 centavos, enquanto o dezembro/26 avançava 195 pontos, atingindo 236,30 centavos de dólar por libra-peso.

Em Londres, o robusta operava em baixa. O contrato para julho/26 estava sendo negociado a US$ 3.318 por tonelada, uma redução de 15 pontos. O setembro/26 caía 12 pontos, para US$ 3.248 por tonelada, e o novembro/26 perdia 9 pontos, cotado a US$ 3.180 por tonelada.

Entre os fatores que sustentam o arábica estão os estoques certificados da ICE, que permanecem em níveis historicamente baixos. De acordo com um levantamento do Escritório Carvalhaes, os estoques caíram mais 7.062 sacas na segunda-feira, totalizando atualmente 412.422 sacas. No mesmo período do ano passado, o volume era de 820.669 sacas. Desde o início de 2025, a redução acumulada já ultrapassa 526 mil sacas, evidenciando a limitação da oferta certificada disponível para entrega.

O mercado também está atento ao comportamento do dólar. Na segunda-feira, a moeda norte-americana teve uma alta de 0,45% e fechou cotada a R$ 5,18. Um câmbio mais elevado tende a aumentar a competitividade do café brasileiro no mercado internacional, servindo como um fator de suporte para as exportações.

No campo, a colheita avança sob condições favoráveis na maioria das regiões produtoras. Segundo a Climatempo, o tempo firme tem predominado neste início de semana, favorecendo as atividades de colheita e secagem dos grãos. Contudo, a chegada de uma frente fria a partir de quarta-feira deve trazer chuvas para áreas produtoras do Paraná, São Paulo e sul de Minas Gerais. A persistência da umidade na segunda metade da semana pode interromper as atividades de campo e levantar preocupações sobre a qualidade dos grãos recém-colhidos.

No mercado físico brasileiro, as negociações continuam ocorrendo de forma pontual. Produtores que ainda possuem café disponível demonstram resistência às atuais bases de preços, enquanto compradores mantêm uma postura cautelosa em relação ao avanço da safra e às oscilações das bolsas internacionais.

Fonte Original

Facebook
WhatsApp
Email

Assine nossa Newsletter

Receba novidades e atualizações do mercado de café direto no seu e-mail!