As bolsas apresentavam movimentos distintos na manhã desta segunda-feira (26)
Os preços do café continuam a oscilar fortemente, com as bolsas internacionais seguindo direções opostas nesta manhã de segunda-feira (26).
Um relatório do Itaú BBA ressalta que, nos próximos meses, as cotações devem permanecer sensíveis ao clima irregular e ao contexto geopolítico. “O desenvolvimento climático no Brasil continuará sendo o foco do mercado, pois este período é crucial para a granação. A instabilidade geopolítica também contribui para a volatilidade do mercado de café, desde os riscos nas relações entre EUA e Colômbia, após ações na Venezuela, até a inclusão do Brasil na lista de países com suspensão temporária de emissão de vistos, o que gera especulações sobre possíveis efeitos nas relações comerciais”, completa o documento.
De acordo com o Barchart, a diminuição nas exportações brasileiras do grão em 2025 está exercendo pressão sobre os preços. Na última segunda-feira (19), o Cecafé informou que as exportações totais de café verde do Brasil em dezembro de 2025 caíram 18,4%, totalizando 2,86 milhões de sacas, com os embarques de arábica recuando 10% em relação ao ano anterior, para 2,6 milhões de sacas, e os de robusta diminuindo 61% em relação ao ano anterior, para 222.147 sacas.
Por volta das 9h20 (horário de Brasília), o arábica apresentava um aumento de 490 pontos, cotado a 355,80 cents/lbp no vencimento de março de 2026, um ganho de 425 pontos a 337,70 cents/lbp no de maio de 2026, e um avanço de 420 pontos, negociado por 331,25 cents/lbp no de julho de 2026.
O robusta, por sua vez, registrava alta de US$ 176, cotado a US$ 4,332/tonelada no contrato de janeiro de 2026, e uma queda de US$ 1 nos contratos de março e maio de 2026, cotados a US$ 4,141/tonelada e US$ 4,050/tonelada, respectivamente.
Fonte:
Notícias Agrícolas











