A média de janeiro de 2026, que ficou em R$ 2.178,82, representa o menor valor desde outubro de 2025.
De acordo com pesquisadores do Cepea, as condições climáticas favoráveis em grande parte de janeiro e a previsão de continuidade da umidade no início de fevereiro devem beneficiar o enchimento dos grãos, um momento crucial para a safra de café. Nesse contexto produtivo mais otimista, os preços do grão estão em declínio no Brasil. Durante janeiro (considerando o período de 30 de dezembro a 30 de janeiro), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, na capital paulista, teve uma queda de R$ 80,19 por saca de 60 kg, ou 3,7%, encerrando o dia 30 a R$ 2.094,55 por saca de 60 kg. A média de janeiro de 2026, de R$ 2.178,82, foi a menor desde outubro de 2025. No campo, a safra 2026/27 de arábica deve apresentar uma produção superior à da temporada anterior. No entanto, os pesquisadores do Cepea advertiram que o clima continua sendo um fator de risco, pois o final de dezembro foi marcado por altas temperaturas e baixa umidade, condições que podem afetar a formação dos grãos e resultar em cafés de qualidade inferior.











