Na semana passada, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou que a produção brasileira em 2026 deverá aumentar em 17,2% em comparação ao ano anterior, alcançando um recorde de 66,2 milhões de sacas. A produção de arábica deve crescer 23,2% em relação ao ano anterior, totalizando 44,1 milhões de sacas, enquanto a produção de robusta deve subir 6,3% no mesmo período, atingindo 22,1 milhões de sacas.
O preço do cacau também apresenta queda em Nova York. Os contratos da amêndoa para março de 2026 caem 0,41%, sendo cotados a US$ 4.180 por tonelada. De acordo com a Barchart, a oferta global excessiva e a demanda fraca estão pressionando os preços atualmente.











