Atualizado em: 22/07/2026 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 1.650,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.300,00 Café Conilon tipo 7ES: R$ 1.050,00 Café Conilon tipo 7 MG: R$ 1.090,00
Atualizado em: 22/07/2026 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 1.650,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.300,00 Café Conilon tipo 7ES: R$ 1.050,00 Café Conilon tipo 7 MG: R$ 1.090,00
Café abre em direções opostas com mercado atento ao clima e ao ritmo da...

Café se divide em tendências opostas enquanto mercado observa o clima e a dinâmica da…

O café arábica apresenta uma alta de 0,51% em Nova York, enquanto o robusta registra uma queda de 1,23% em Londres; o mercado continua sendo influenciado pela oferta limitada e incertezas em relação à safra brasileira.

As bolsas internacionais de café começaram os negócios desta quarta-feira (22) com comportamentos divergentes. O arábica mostra uma leve recuperação na Bolsa de Nova York, enquanto o robusta opera em baixa em Londres, refletindo a volatilidade do mercado, que continua sensível às informações sobre oferta, clima e o progresso da colheita no Brasil.

Na manhã de hoje, na ICE Futures US, o contrato para setembro/26 do café arábica subia 165 pontos, sendo cotado a 323,75 cents/lbp. O vencimento para dezembro/26 avançava 145 pontos, negociado a 309,35 cents/lbp.

Na ICE Europe, o robusta operava em baixa. O contrato para setembro/26 recuava US$ 47, atingindo US$ 3.771 por tonelada, enquanto o novembro/26 perdia US$ 43, sendo cotado a US$ 3.756 por tonelada.

O mercado continua a monitorar de perto o progresso da colheita no Brasil. Apesar das previsões de um período mais seco que deve facilitar os trabalhos no campo nos próximos dias, os atrasos acumulados nas semanas anteriores ainda geram incertezas sobre o volume disponível a curto prazo e, especialmente, sobre a qualidade de parte da produção de arábica.

De acordo com analistas, o recente aumento nos preços foi impulsionado pelos fundamentos de oferta, mas o mercado agora busca estabelecer um novo equilíbrio. Mesmo com as oscilações diárias, os preços permanecem sustentados por um cenário de estoques globais reduzidos, uma comercialização cautelosa por parte dos produtores e incertezas climáticas para o próximo ciclo produtivo.

Especialistas avaliam que o recente movimento nas bolsas indica que o mercado já considerou parte das preocupações com a safra brasileira, mas ainda não há um consenso sobre o real potencial produtivo para a temporada 2026/27. Assim, qualquer novidade relacionada ao clima, ao ritmo da colheita ou à qualidade dos grãos pode resultar em novas flutuações nos preços.

No mercado físico brasileiro, a previsão é de continuidade das negociações de maneira seletiva. Os produtores mantêm uma postura cautelosa nas vendas, enquanto os compradores observam o avanço da colheita e a formação da oferta, em um ambiente ainda marcado por alta volatilidade nas bolsas internacionais.

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Por:

Priscila Alves I instagram: @priscilaalvestv

Fonte:

Notícias Agrícolas


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