Atualizado em: 20/10/2025 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 2.150,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.650,00 Conilon tipo 7: R$ 1.350,00
Atualizado em: 20/10/2025 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 2.150,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.650,00 Conilon tipo 7: R$ 1.350,00
Com queda da taxação, preços do café trabalhavam com baixas de mais de 4% na...

Café inicia a quarta-feira (11) em baixa nas bolsas, enquanto o mercado permanece vigilante em relação a…

O preço do café arábica caiu mais de 2% em Nova York, enquanto o robusta também registrou queda em Londres; os operadores estão atentos ao fluxo de exportações do Brasil e ao comportamento do mercado físico.

O pregão desta quarta-feira (11) começou com desvalorizações nas bolsas internacionais de café. Na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), que serve como referência para o café arábica, os principais contratos apresentaram queda nas primeiras negociações do dia, enquanto o robusta na Bolsa de Londres (ICE Europe) também viu uma diminuição em seus preços.

Durante as primeiras horas de negociação, o contrato para maio/26 do arábica era cotado a 288,10 cents por libra-peso, com uma queda de 7,70 pontos, enquanto o vencimento para julho/26 estava em 282,75 cents por libra-peso, com um recuo de 7,35 pontos.

No mercado de robusta, o contrato para maio/26 era negociado a US$ 3.619 por tonelada, com uma baixa de 73 dólares, enquanto o vencimento para julho/26 estava a US$ 3.526 por tonelada, registrando uma queda de 70 dólares nas movimentações iniciais do pregão.

Esse movimento ocorre após um fechamento negativo na sessão anterior. Na terça-feira (10), o contrato de maio do arábica terminou o dia cotado a US$ 2,9580 por libra-peso, com um recuo de 110 pontos, enquanto o robusta para o mesmo vencimento fechou a US$ 3.692 por tonelada, com uma queda de US$ 79, conforme dados do mercado internacional.

Além das oscilações técnicas nas bolsas, o mercado está monitorando atentamente o comportamento das exportações brasileiras. Dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) mostram que as exportações de café verde do país caíram cerca de 27% em fevereiro em comparação com o mesmo mês do ano anterior, refletindo uma menor disponibilidade de produto e ajustes no fluxo de embarques.

O desempenho das exportações brasileiras tem um impacto significativo no mercado internacional, uma vez que o Brasil é o maior fornecedor global da commodity. Mudanças no ritmo dos embarques podem alterar a percepção de oferta no curto prazo e influenciar as cotações nas bolsas.

No mercado físico brasileiro, as transações continuam em um ritmo mais lento. Análises de mercado indicam que os produtores de arábica estão relutantes em negociar os volumes remanescentes da safra 2025/26 nos preços atuais, enquanto os compradores atuam com cautela devido à volatilidade observada nas bolsas internacionais.

Outro aspecto que os operadores estão acompanhando é o clima nas regiões produtoras do Brasil. As previsões meteorológicas indicam a continuidade das chuvas em áreas cafeeiras de Minas Gerais ao longo da semana, com acumulados que devem ajudar a manter a umidade do solo nas lavouras, uma condição considerada essencial para o desenvolvimento das plantas.

O mercado do café permanece sensível a uma combinação de fatores externos e internos, incluindo o comportamento das bolsas internacionais, o fluxo de exportações brasileiras, as condições climáticas nas regiões produtoras e o andamento das negociações no mercado físico.
 

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