Atualizado em: 23/07/2026 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 1.650,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.300,00 Café Conilon tipo 7ES: R$ 1.050,00 Café Conilon tipo 7 MG: R$ 1.090,00
Atualizado em: 23/07/2026 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 1.650,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.300,00 Café Conilon tipo 7ES: R$ 1.050,00 Café Conilon tipo 7 MG: R$ 1.090,00
Café amplia perdas nesta quinta-feira com avanço da colheita no Brasil e...

Café registra novas quedas nesta quinta-feira com o progresso da colheita no Brasil e…

O mercado internacional continua sob pressão devido ao ritmo da colheita brasileira

Os contratos futuros do café ampliaram as perdas nesta quinta-feira (23) nas bolsas internacionais. O mercado permanece pressionado pelo avanço da colheita no Brasil, que é o maior produtor global, e pela expectativa de aumento na oferta de café nos próximos meses, após o USDA atualizar suas previsões para a produção mundial na safra 2026/27, prevendo recordes em produção, consumo e exportações.

Na ICE Futures US, o contrato para setembro/26 do café arábica estava sendo negociado a 312,60 cents de dólar por libra-peso, com uma queda de 1.195 pontos. O contrato para dezembro/26 apresentava uma redução de 1.170 pontos, cotado a 297,25 cents/lb, enquanto o março/27 perdia 1.240 pontos, sendo negociado a 291,15 cents/lb.

Na ICE Europe, o robusta também registrava queda. O vencimento de setembro/26 era negociado a US$ 3.719 por tonelada, com uma diminuição de 77 dólares. O contrato para novembro/26 recuava 50 dólares, atingindo US$ 3.711 por tonelada, e o janeiro/27 caía 36 dólares, cotado a US$ 3.687 por tonelada.

O mercado ainda enfrenta forte resistência para recuperar os ganhos das últimas semanas. O principal fator de pressão continua a ser a colheita brasileira, que aumenta a oferta física no mercado internacional. Dados da Cooxupé indicam que a cooperativa já havia colhido 47,3% da safra até a última atualização, evidenciando o avanço dos trabalhos no principal cinturão cafeeiro do país.

Além da entrada da safra brasileira, as expectativas do mercado também foram afetadas pelo novo relatório semestral do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que foi divulgado esta semana. O órgão revisou suas previsões para a safra mundial 2026/27 e projeta que a produção global atinja um novo recorde, acompanhada por níveis históricos de consumo e exportações. A expectativa é de uma recomposição parcial dos estoques globais, o que é considerado baixista para as cotações internacionais.

Apesar desse cenário, os participantes do mercado continuam a monitorar atentamente as condições climáticas no Brasil. O desenvolvimento das floradas que darão origem à safra 2027/28 será um dos principais fatores que influenciarão os preços no segundo semestre, especialmente diante das incertezas relacionadas ao impacto do El Niño nas regiões produtoras brasileiras.

Você já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio.

Por:

Priscila Alves I instagram: @priscilaalvestv

Fonte:

Notícias Agrícolas


Fonte Original

Facebook
WhatsApp
Email

Assine nossa Newsletter

Receba novidades e atualizações do mercado de café direto no seu e-mail!