Atualizado em: 20/10/2025 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 2.150,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.650,00 Conilon tipo 7: R$ 1.350,00
Atualizado em: 20/10/2025 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 2.150,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.650,00 Conilon tipo 7: R$ 1.350,00
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Café registra valorização nas bolsas internacionais nesta segunda-feira (16)

O café arábica em Nova York registra uma alta superior a 7 pontos, enquanto o robusta em Londres também apresenta valorização ao final do pregão

O mercado futuro do café fechou a segunda-feira (16) em alta nas principais bolsas internacionais. Os contratos do arábica em Nova York e do robusta em Londres mostraram valorização nos principais vencimentos ao término do pregão.

Na ICE Futures US, em Nova York, o café arábica teve ganhos significativos. O contrato para maio de 2026 encerrou cotado a 292,85 cents por libra-peso, com um aumento de 7,70 pontos. O vencimento de julho de 2026 finalizou a 286,25 cents, com um avanço de 6,85 pontos, enquanto o contrato de setembro de 2026 terminou a sessão a 278,10 cents, com uma valorização de 4,75 pontos.

Na ICE Europe, em Londres, o café robusta também apresentou alta. O contrato para maio de 2026 fechou a US$ 3.475 por tonelada, com um ganho de US$ 20, ou +0,58%. O vencimento de julho de 2026 terminou cotado a US$ 3.395, com valorização de US$ 23, enquanto o contrato de setembro de 2026 encerrou a US$ 3.322 por tonelada, com alta de US$ 20.

De acordo com análises de mercado, o café tem apresentado forte volatilidade nas últimas sessões, especialmente após o arábica em Nova York ter testado níveis próximos a 300 cents por libra-peso, o que provocou a realização de lucros por parte de fundos e investidores financeiros. Esse ajuste técnico nas posições colaborou para oscilações intensas nas cotações nos dias recentes.

As conversas sobre o potencial produtivo da próxima safra brasileira também permanecem no foco dos operadores. As expectativas em relação à produção de 2026/27, juntamente com as flutuações cambiais e o ritmo das exportações brasileiras, têm gerado um ambiente de negociação mais cauteloso entre os participantes do mercado internacional.

No mercado físico brasileiro, o ritmo de negócios continua limitado. Informações do boletim do Escritório Carvalhaes mostram que os produtores de arábica estão relutantes em vender o café remanescente da safra 2025/26 nos preços atuais, enquanto os compradores demonstram interesse por diferentes padrões do produto. O mercado de conilon apresenta um número maior de transações em comparação ao arábica, refletindo a dinâmica atual de oferta e demanda no país.

Além disso, dados recentes indicam que as exportações brasileiras continuam abaixo do que foi observado no ano anterior. Nos dois primeiros meses de 2026, o Brasil exportou aproximadamente 5,41 milhões de sacas, um volume 27,28% inferior ao mesmo período de 2025, conforme levantamento citado em boletim do setor.
 

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