Atualizado em: 20/10/2025 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 2.150,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.650,00 Conilon tipo 7: R$ 1.350,00
Atualizado em: 20/10/2025 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 2.150,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.650,00 Conilon tipo 7: R$ 1.350,00
Chuvas no Brasil derrubam em mais de 2% os preços do café arábica no...

Com previsão de clima mais favorável no Brasil e leve valorização do dólar, preço do café despenca ainda mais.

Os preços do café fecharam a sessão desta quarta-feira (28) com significativas quedas, após o real recuar de sua máxima em 20 meses. Esse movimento levou à liquidação de posições compradas nos contratos futuros de café. De acordo com o Barchart, a desvalorização do real favorece as exportações dos cafeicultores brasileiros. No dia de hoje, o arábica alcançou a maior cotação em 2,5 semanas, enquanto o robusta subiu para o nível mais alto em 1,75 mês antes de uma queda acentuada.

Relatos da Reuters indicam que o clima no Brasil tem sido mais favorável em comparação ao ano passado e a produção de arábica na safra 2026 deve ser superior à de 2025.

Segundo o Cepea, as chuvas mais intensas nos últimos dias em quase todas as regiões cafeeiras do Brasil trouxeram alívio aos produtores de arábica, beneficiando o enchimento dos grãos dessa variedade, especialmente na fase crucial para o bom desenvolvimento da safra. “Até que haja uma previsão mais precisa sobre o volume de café na atual temporada, 
a volatilidade dos preços deve continuar”, finalizou o centro.

A bolsa de NY encerrou o dia com uma queda de 1.625 pontos, atingindo 351,00 cents/lbp no vencimento de março/26, um recuo de 1.240 pontos para 334,30 cents/lbp no de maio/26, e uma queda de 1.185 pontos, fechando a 327,00 cents/lbp no de julho/26. O robusta também fechou em baixa, com uma desvalorização de US$ 130, cotado a US$ 4,145/tonelada no contrato de março/26, uma perda de US$ 119, negociado a US$ 4,073/tonelada no de maio/26, e uma queda de US$ 116, com preço de US$ 3,984/tonelada no de julho/26.

Mercado Interno

Conforme a Safras & Mercado, as vendas da safra de café do Brasil para 2026/27 alcançaram cerca de 8% do potencial produtivo, em comparação com 9% no mesmo período do ano passado e uma média histórica de 17%. “Na prática, o preço futuro continua inferior ao preço físico imediato, o que desestimula a comercialização antecipada. Diante desse cenário, os produtores estão limitando o fluxo de vendas da nova safra e priorizando a negociação do café disponível”, avaliou o consultor de Safras, Gil Barabach.

Nas regiões monitoradas pelo Notícias Agrícolas, os preços acompanharam as acentuadas quedas da bolsa de NY, com o Café Arábica Tipo 6 fechando com uma queda de 3,10% em Guaxupé/MG, cotado a R$ 2.189,00/saca, um recuo de 4,57% em Machado/MG, negociado a R$ 2.090,00/saca, e uma perda de 6,11% em Varginha/MG, com preço de R$ 2.150,00/saca. O Cereja Descascado também encerrou em queda de 5,91% em Varginha/MG, cotado a R$ 2.230,00/saca, e uma baixa de 3,97% em Campos Gerais/MG, com valor de R$ 2.175,00/saca.

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