De acordo com Haroldo Bonfá, diretor da Pharos Consultoria, as cotações estão em alta por conta de uma oferta limitada no curto prazo.
“As exportações do Brasil ultrapassaram 3 milhões de sacas em março e, para este mês, os volumes devem se manter praticamente os mesmos. O produtor está bem capitalizado e não demonstra interesse em vender, especialmente com o dólar nesse nível baixo. Todo esse panorama impacta negativamente a oferta global de café”, analisa.











