O café encerrou mais uma vez a sessão na bolsa de Nova York com preços em queda. Os lotes do arábica para setembro apresentaram uma retração de 1,51% nesta quinta-feira (18/6), atingindo US$ 2,6780 a libra-peso. A consultoria Barchart apontou que a desvalorização dos grãos é influenciada pela apreciação do dólar no exterior. Hoje, a moeda americana alcançou a maior cotação em 13 meses, resultando na liquidação de posições compradas em contratos futuros de café. A alta do dólar no mercado internacional torna os ativos negociados em dólar, como o café em Nova York, menos atrativos para os investidores. Além disso, há uma pressão de baixa sobre o café devido ao progresso da colheita no Brasil. Como principal fornecedor mundial de arábica, o país pode ajudar a abastecer os estoques certificados.
Suco de laranja
Nos negócios do suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) na bolsa de Nova York, os contratos para setembro apresentaram alta pela segunda sessão consecutiva, com um aumento de 3,27%, atingindo US$ 1,5940 a libra-peso.
Açúcar
O açúcar encerrou a sessão com preços em declínio. Os lotes de demerara para outubro recuaram 1,67%, cotados a 14,13 centavos de dólar a libra-peso.
Algodão
O algodão também fechou com preços em queda na bolsa de Nova York, após um movimento de realização. Os lotes com vencimento em dezembro, que são os mais negociados atualmente, caíram 0,15%, ficando a 79,67 centavos de dólar a libra-peso.
Cacau
Nos negócios do cacau, por outro lado, o fechamento foi caracterizado por preços estáveis. Os contratos da amêndoa para setembro mantiveram-se cotados a US$ 4.237 a tonelada.








