Atualizado em: 24/07/2026 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 1.650,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.300,00 Café Conilon tipo 7ES: R$ 1.050,00 Café Conilon tipo 7 MG: R$ 1.090,00
Atualizado em: 24/07/2026 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 1.650,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.300,00 Café Conilon tipo 7ES: R$ 1.050,00 Café Conilon tipo 7 MG: R$ 1.090,00
Café fecha sexta-feira em alta com recuperação técnica após forte queda e...

Café encerra a sexta-feira em alta com recuperação técnica após uma queda acentuada e…

Os tipos arábica e robusta estão em alta nas bolsas internacionais, embora o cenário ainda seja restrito pelo avanço da colheita no Brasil e pelas previsões de uma safra recorde apresentadas pelo USDA.

Os preços do café fecharam a sessão desta sexta-feira (24) com alta nas bolsas internacionais, em um movimento de recuperação técnica após as perdas significativas do pregão anterior. Apesar dessa reação, o mercado continua sob pressão dos fundamentos negativos, devido ao avanço da colheita no Brasil e às expectativas de uma oferta global ampla para a safra 2026/27.

Na ICE Futures US, o contrato de setembro/26 do café arábica finalizou cotado a 313,80 cents de dólar por libra-peso, com um aumento de 440 pontos. O contrato de dezembro/26 subiu 160 pontos, encerrando a 298,05 cents/lb, enquanto o de março/27 teve um acréscimo de 70 pontos, alcançando 291,25 cents/lb.

Na ICE Europe, o contrato de setembro/26 do café robusta foi negociado a US$ 3.757 por tonelada, com uma valorização de US$ 49. O vencimento de novembro/26 fechou a US$ 3.738 por tonelada, com uma alta de US$ 39, enquanto o janeiro/27 terminou a US$ 3.700 por tonelada, com um ganho de US$ 33.

A recuperação observada na sexta-feira ocorreu após o mercado atingir os menores níveis das últimas semanas, o que favoreceu compras técnicas e a cobertura de posições vendidas. No entanto, os investidores continuam a avaliar um cenário de maior disponibilidade de café, impulsionado pelo avanço da colheita no Brasil e pelas estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que indicam uma produção mundial recorde de 189,7 milhões de sacas para a safra 2026/27. O órgão também prevê recordes para o consumo e as exportações globais, mas com um superávit de oferta e a recomposição dos estoques finais.

No Brasil, o ritmo da colheita é o principal fator que direciona as cotações. A entrada gradual da nova safra aumenta a oferta física, enquanto o mercado observa as condições climáticas para a conclusão dos trabalhos e o desenvolvimento das lavouras que formarão a próxima safra. Mesmo com a recuperação desta sexta-feira, a expectativa de uma oferta mais confortável no mercado internacional continua a limitar movimentos mais consistentes de alta.

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio.

Por:

Priscila Alves I instagram: @priscilaalvestv

Fonte:

Notícias Agrícolas


Fonte Original

Facebook
WhatsApp
Email

Assine nossa Newsletter

Receba novidades e atualizações do mercado de café direto no seu e-mail!