O valor do café voltou a aumentar na bolsa de Nova York, após a alta na sessão anterior. Os lotes do arábica com vencimento em setembro subiram 2,29%, alcançando US$ 2,5920 a libra-peso.
A preocupação com a oferta do Brasil, maior produtor e exportador da variedade arábica no mundo, continua em foco no mercado. De acordo com Antônio Pancieiri Neto, analista da Painel do Café, o atraso na colheita no país é o principal fator de alta para os preços neste momento.
“As previsões indicam um clima mais úmido nas próximas duas semanas em regiões produtoras de Minas Gerais. Isso pode impactar a qualidade do grão e atrasar ainda mais a safra, que já está lenta em comparação ao ano passado”, destaca.
Para o analista, com o atraso da oferta proveniente do Brasil, os estoques certificados na bolsa americana continuam em níveis baixos, o que favorece a alta do grão na bolsa.
O cacau também iniciou o primeiro pregão da semana com preços em forte alta. Os contratos da amêndoa para setembro subiram 2,69%, atingindo US$ 3.972 a tonelada.
Em parte, a amêndoa valorizou-se devido ao maior apetite dos investidores por ativos de risco, como é o caso do cacau. Esse interesse foi impulsionado pelo anúncio de um acordo para um cessar-fogo entre os EUA e o Irã.
O suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) encerrou a sessão na bolsa de Nova York com preços em forte queda. Os contratos para julho tiveram uma redução de 5,27%, a US$ 1,5470 a libra-peso.
O preço do açúcar apresentou uma leve queda. Os lotes de demerara para outubro recuaram 0,28%, atingindo 14,23 centavos de dólar a libra-peso.
O preço do algodão registrou uma leve alta na bolsa de Nova York. Os lotes com vencimento em dezembro, os mais negociados atualmente, subiram 0,51%, alcançando 76,81 centavos de dólar a libra-peso.



















