O fenômeno El Niño também provocou um aumento de 21,5% nos preços dos contratos de segunda posição do café, atingindo uma média de US$ 3,1751 por libra-peso em julho. O último mês foi caracterizado por chuvas excessivas nas principais regiões produtoras de café do Brasil, que é o maior produtor e exportador mundial de arábica. Para os analistas, a umidade excessiva está associada aos efeitos do El Niño. Essa situação, além de atrasar a colheita brasileira, afetou a qualidade dos grãos da safra 2026/27.








