Atualização sobre a Conab e o andamento da colheita são monitorados pelas bolsas
O mercado de café começou esta terça-feira (26) com uma leve alta nas bolsas internacionais, enquanto os operadores observam a nova projeção da safra brasileira apresentada pela Conab e o progresso da colheita nas principais áreas produtoras do país.
Em Nova Iorque, o arábica apresentou pequenos ganhos nas primeiras transações da manhã. O contrato julho/26 subia 60 pontos, sendo negociado a 272,95 cents/lbp. O setembro/26 avançava 90 pontos, cotado a 265,70 cents/lbp, enquanto o dezembro/26 teve uma alta de 30 pontos, valendo 257,25 cents/lbp.
Em Londres, o robusta apresentava ganhos mais firmes. O vencimento julho/26 subia 51 pontos, negociado a US$ 3.507 por tonelada. O setembro/26 avançava 50 pontos, cotado a US$ 3.360 por tonelada, enquanto o novembro/26 registrava uma alta de 40 pontos, valendo US$ 3.275 por tonelada.
O mercado está reagindo à nova estimativa da Conab, que projeta a safra brasileira de café para 2026 em 66,701 milhões de sacas. Apesar do volume considerável, os operadores permanecem atentos às condições climáticas e ao progresso da colheita, especialmente nas áreas produtoras de arábica, onde há preocupações com a qualidade e a produtividade.
O avanço da colheita do conilon também é monitorado internacionalmente. A entrada mais robusta da safra brasileira aumenta a pressão sobre a oferta global, mas o mercado continua sendo sustentado pela forte demanda e pelos baixos estoques certificados nas bolsas internacionais.
No mercado físico brasileiro, as vendas continuam ocorrendo de maneira cautelosa. Muitos produtores estão hesitantes nas vendas, observando as oscilações das bolsas, a variação do dólar e o comportamento da safra antes de fechar novos negócios.
Por:
Priscila Alves I instagram: @priscilaalvestv
Fonte:
Notícias Agrícolas



















