Atualizado em: 03/08/2026 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 1.630,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.270,00 Café Conilon tipo 7ES: R$ 1.020,00 Café Conilon tipo 7 MG: R$ 1.020,00
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Preço do café apresenta menor valor em um ano: preço médio diminuiu 21,2% em...

Preço do café atinge o menor patamar em um ano: média caiu 21,2% em…

A análise realizada pela VR abrange mais de 17 milhões de notas fiscais, revelando o valor efetivamente pago pelos trabalhadores no caixa.

Um levantamento da VR, empresa especializada em soluções para trabalhadores e empregadores, indica que o preço do café, a bebida mais consumida pelos brasileiros, começou a apresentar uma queda após o pico observado em maio de 2025, quando um pacote de café moído de 500g alcançou o preço de R$ 29,71. Em julho de 2026, o preço desse mesmo produto caiu para R$ 22,93, o menor valor registrado em um ano, apresentando uma diferença de 21,2% em comparação ao mesmo período do ano anterior (R$ 29,09). Apesar da redução, o preço atual do café ainda está acima dos níveis observados antes do aumento de 2025. Em janeiro de 2023, por exemplo, o pacote de 500g custava R$ 13,63, subindo para R$ 17,40 em dezembro de 2024 e continuando a alta até atingir o valor recorde de R$ 29,71 em maio de 2025.

O café moído de 250g segue uma tendência semelhante. Em julho, o produto também apresentou o menor preço em um ano (R$ 18,38), embora a diferença em relação ao café moído de 500g tenha sido menor, com um preço médio 10,6% abaixo do registrado em julho de 2025 (R$ 20,56). Historicamente, o pico foi alcançado em junho de 2025 (R$ 21,03).

As categorias de café em cápsula e café solúvel mostraram uma certa estabilidade desde o início de 2026. O preço médio do café em cápsula variou entre R$ 15 e R$ 16, comparado aos R$ 17,09 do ano anterior. Por outro lado, o café solúvel teve um preço médio oscilando entre R$ 14 e R$ 15, mas, ao contrário das outras categorias, seu valor foi menor em julho de 2025, quando custava R$ 12,84.

Para este estudo, a VR emprega uma tecnologia de inteligência artificial que permite identificar, nas notas fiscais digitalizadas pelos trabalhadores, os produtos utilizando o código de referência conhecido como NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul).

De acordo com Cassio Carvalho, diretor-executivo da VR, a análise vai além de um simples levantamento de preços de prateleira. “Os dados mostram o valor efetivamente pago por cada produto no caixa. A aquisição pode ter sido realizada através de qualquer meio de pagamento, seja VR, cartões de crédito, débito ou Pix, desde que o cupom gere um QR Code. Com essas informações de consumo, geramos insights estratégicos para a indústria, que colabora conosco para oferecer produtos com condições atrativas em nosso SuperApp, proporcionando cashback e ajudando o dinheiro do trabalhador a render mais”, acrescenta.

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