No período de janeiro a maio de 2026, os dados indicam que o Japão caiu para a quinta posição. “Houve uma redução significativa de 32,6%”, destacou. De acordo com o diretor-geral do Cecafé, essa situação é explicada pelo período de entressafra. “Além disso, vivemos um momento em que o café brasileiro não estava tão competitivo. A safra de 2026, que promete ser recorde, com 66 milhões de sacas e 71 milhões, conforme a Conab e o Usda, também está atrasada”, afirma.








