Além das questões logísticas relacionadas à continuidade do conflito entre Estados Unidos e Irã, o café também respondeu à valorização do real em relação ao dólar, conforme análise da Barchart.
De acordo com Haroldo Bonfá, diretor da Pharos Consultoria, os contratos futuros em Nova York também estão em alta diante de um cenário desfavorável para as regiões produtoras do Brasil, o maior exportador mundial do café arábica. Uma onda de ar quente deve se estabelecer nos próximos dias sobre as áreas de cultivo do café, e esse padrão climático, se severo, pode impactar o peso dos grãos, alerta Bonfá.










