Atualizado em: 20/10/2025 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 2.150,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.650,00 Conilon tipo 7: R$ 1.350,00
Atualizado em: 20/10/2025 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 2.150,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.650,00 Conilon tipo 7: R$ 1.350,00
Café perde força nas bolsas internacionais com avanço da safra brasileira e...

Café tem baixa nas bolsas internacionais devido ao aumento da safra brasileira e…

As variedades arábica e robusta encerraram a sexta-feira em baixa, influenciadas pela entrada da nova safra no Brasil e por um panorama mais tranquilo de oferta global.

O mercado futuro do café concluiu a sexta-feira (24) com desvalorização nas principais bolsas internacionais, refletindo a pressão gerada pela expectativa de maior oferta global e pelo avanço da nova safra brasileira. Esse movimento foi observado tanto para o arábica negociado na Bolsa de Nova York quanto para o robusta em Londres, em um contexto de realização de lucros e ajustes técnicos após as recentes altas.

No arábica, o contrato para maio/26, que já não é mais a principal referência do mercado, fechou o dia cotado a 309,80 cents por libra-peso, com uma queda de 6,55 pontos. O vencimento para julho/26, que agora atrai mais atenção dos agentes, encerrou a 294,90 cents por libra-peso, com um recuo de 5,45 pontos. O contrato para setembro/26 terminou a sessão valendo 285,10 cents, com uma perda de 3,25 pontos, enquanto o dezembro/26 fechou a 277,00 cents por libra-peso, com uma diminuição de 2,45 pontos.

Em Londres, o robusta também finalizou o pregão em baixa. O contrato para maio/26 foi encerrado a US$ 3.683 por tonelada, com uma desvalorização de US$ 9. O julho/26 fechou cotado a US$ 3.483 por tonelada, com uma queda de US$ 24, enquanto o setembro/26 terminou a US$ 3.403 por tonelada, com um recuo de US$ 18. O novembro/26 foi encerrado a US$ 3.335 por tonelada, com uma perda de US$ 13.

A pressão sobre os preços está principalmente ligada à expectativa de uma oferta mais ampla no mercado internacional. Com a colheita avançando no Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, aumenta a percepção de disponibilidade física nas próximas semanas, o que diminui a pressão compradora e limita novas altas nas bolsas.

No mercado interno brasileiro, o comportamento continua sendo mais cauteloso. De acordo com a análise do mercado físico, a chegada da safra tem gerado um certo descolamento entre os preços praticados no Brasil e os referenciais internacionais, com produtores mais seletivos nas vendas e compradores atentos ao ritmo da oferta e à qualidade dos lotes que começam a ser disponibilizados no mercado.

Esse cenário reforça a importância da gestão comercial neste período da temporada. Mesmo com a pressão negativa nas bolsas, a volatilidade permanece elevada e o monitoramento das oportunidades de fixação continua sendo essencial para o produtor rural, especialmente em meio à transição entre a safra antiga e a nova, considerando a influência direta que o Brasil exerce sobre a formação dos preços globais.

Fonte Original

Facebook
WhatsApp
Email

Assine nossa Newsletter

Receba novidades e atualizações do mercado de café direto no seu e-mail!