Atualizado em: 20/10/2025 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 2.150,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.650,00 Conilon tipo 7: R$ 1.350,00
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Museu do Café inaugura exposição que destaca o avanço do café brasileiro na...

Museu do Café lança nova exposição que ressalta o progresso do café brasileiro na…

A exposição “Ouro Negro e o Dragão”, da artista Camila Arruda, apresenta 15 obras inéditas e oferece uma nova perspectiva sobre o grão como símbolo de status e modernidade na China.

O Museu do Café dará início, a partir de 24 de abril, à exposição temporária “Ouro Negro e o Dragão”, da artista plástica Camila Arruda. A mostra reúne 15 obras inéditas e explora a ascensão da China como um dos principais importadores do café brasileiro, além de promover uma reflexão sobre as mudanças culturais e simbólicas ligadas ao consumo da bebida no país asiático.

A abertura está agendada para as 11h, com entrada gratuita. Essa iniciativa faz parte das celebrações do Ano da Cultura e do Turismo entre Brasil e China em 2026 e busca ampliar a percepção do público sobre a presença do café brasileiro em um mercado que historicamente é associado ao consumo de chá.

O projeto tem suas raízes em uma pesquisa iniciada em 2019, após uma viagem da artista à China. A partir dessa vivência, a exposição constrói uma narrativa que conecta tradição e contemporaneidade, abordando as mudanças nos hábitos de consumo e o papel da China na economia global.

A curadoria está dividida em três partes. O primeiro segmento explora a cosmologia chinesa, com referências a pensadores como Confúcio e Mêncio, além de conceitos como Yin-Yang e Dao, relacionados à ideia de harmonia. Em seguida, o café é apresentado como símbolo de status e cosmopolitismo, dialogando com elementos históricos, como a porcelana da Dinastia Ming. Por último, a mostra destaca as transformações recentes da China, abrangendo inovação tecnológica e novos padrões urbanos, com o café brasileiro inserido nesse cenário.

Entre as obras em destaque, está uma escultura de dragão com quatro metros de comprimento, inspirada nas pipas tridimensionais de Weifang, confeccionada com materiais como mexedores de bambu e copos de papel. Outro destaque é a obra “Sopro”, composta por aproximadamente 65 quilos de grãos de café torrado, que explora a dimensão sensorial através do aroma e estabelece uma conexão simbólica entre o porto de Santos e o mercado chinês.

A artista também criou tintas a partir de café e chá verde, aplicadas sobre algodão cru, além de utilizar madeira revestida com caulim, o material base da porcelana. O uso de folhas de ouro reforça a ideia do café como um símbolo de riqueza e prestígio.

De acordo com Camila Arruda, a proposta é destacar como o café se tornou um símbolo de transformação e status na China contemporânea, refletindo as mudanças culturais e econômicas em andamento no país. A exposição ficará em cartaz no Museu do Café, localizado no Centro Histórico de Santos, com visitas disponíveis de segunda a domingo, em horários variados.

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Por:

Priscila Alves I Instagram: @priscilaalvestv

Fonte:

Notícias Agrícolas


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