Atualizado em: 20/10/2025 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 2.150,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.650,00 Conilon tipo 7: R$ 1.350,00
Atualizado em: 20/10/2025 Café Arábica Bebida Dura tipo 7: R$ 2.150,00 Café Arábica Rio 7: R$ 1.650,00 Conilon tipo 7: R$ 1.350,00
Preocupações com geadas no Brasil impulsionam café arábica, que fecha em...

Café registra nova queda em NY e Londres nesta sexta-feira, com o mercado já percebendo…

Bolsas recuam com o avanço da colheita, enquanto o clima seco no Sudeste mantém o produtor atento no Brasil

O mercado futuro do café começou esta sexta-feira (17) em baixa nas bolsas internacionais, refletindo um movimento de ajuste após as altas recentes e, principalmente, a entrada gradual da safra brasileira na atenção dos agentes do mercado.

Na Bolsa de Nova York, o café arábica apresenta variações mistas. O contrato maio/26 está cotado a 296,60 cents/lb, com uma alta de 15 pontos. O contrato julho/26 recua para 290,20 cents/lb, com uma queda de 20 pontos. Por sua vez, o setembro/26 opera a 277,55 cents/lb, com um aumento de 20 pontos.

Na ICE Europa, o robusta mostra uma queda mais acentuada. O contrato maio/26 é negociado a US$ 3.418 por tonelada, com uma diminuição de 56 pontos. O julho/26 opera a US$ 3.292 por tonelada, com um recuo de 55 pontos. O setembro/26 é vendido a US$ 3.225 por tonelada, com uma queda de 53 pontos, enquanto o novembro/26 aparece a US$ 3.178 por tonelada, com uma baixa de 42 pontos.

Essa movimentação matinal ocorre após um fechamento pressionado na véspera, quando o mercado começou a precificar de forma mais clara a entrada da safra brasileira. Esse fator tende a aumentar a oferta disponível nas próximas semanas, limitando avanços mais significativos nas cotações.

No cenário internacional, trata-se de um ajuste técnico combinado com fundamentos de oferta, uma vez que o Brasil continua sendo a principal referência global. A expectativa de maior disponibilidade no curto prazo pesa especialmente sobre o robusta, que vinha apresentando altas mais acentuadas.

No Brasil, a leitura permanece cautelosa. Mesmo com a pressão externa, o ritmo de comercialização continua moderado, com os produtores avaliando os níveis de preços e o andamento da colheita antes de intensificarem as vendas.

O clima também se mantém sob observação. De acordo com informações do Climatempo, o tempo seco predomina nas principais regiões produtoras entre o Sudeste e a Bahia, com temperaturas em elevação e máximas próximas aos 30°C. Esse cenário beneficia o avanço dos trabalhos de campo, mas mantém a atenção quanto à umidade nas lavouras.

Chuvas mais pontuais podem atingir áreas de São Paulo e sul de Minas Gerais ao longo do fim de semana, mas com volumes baixos. No Sul do Brasil, a formação de um ciclone mantém as instabilidades mais concentradas, sem impacto direto relevante sobre as principais áreas cafeeiras.

O início desta sexta-feira reforça um cenário de transição no mercado. Enquanto o exterior reage à expectativa de maior oferta brasileira, o produtor ainda atua de forma estratégica, acompanhando o clima, o câmbio e as oportunidades antes de avançar na comercialização.
 

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